Quanto custa viajar para a Islândia? Viajar para a Islândia é caro? Foram essas perguntas que escutei antes de embarcar rumo ao país das paisagens lunares, cachoeiras monstruosas e auroras boreais. Os relatos de preços elevados e orçamento apertado me deixaram desconfiada, mas confesso: a experiência superou toda e qualquer expectativa, mesmo sendo uma viagem que exige um bom planejamento financeiro para não se perder.
Olá! Aqui é a Angela, do Apure Guria! Neste artigo, te conto Quanto custa viajar para a Islândia, com roteiro completo de 7 dias e sugestões de hospedagem, valores médios que encontrei, dicas de onde economizar e passeios imperdíveis! Prepare-se para descobrir se os custos na Islândia realmente assustam ou se o investimento compensa cada centavo!
Quanto custa viajar para a Islândia?
Quando comecei a planejar a minha viagem por esse país congelante, logo percebi que os custos de viagem para a Islândia chamam atenção, especialmente por fatores como hospedagem e alimentação. No geral, uma viagem de 8 dias, com roteiro bem planejado, pode sair menos caro do que muitos imaginam, principalmente se você organizar reservas e passeios com antecedência.
Entre passagens aéreas, aluguel de carro, hotéis, alimentação e passeios, o custo médio por pessoa costuma variar bastante, mas neste artigo apresento estimativas realistas, resultado da minha própria experiência e pesquisa.


Quanto custa viajar para a Islândia: voos e chegada em Reykjavík
As passagens aéreas partindo do Brasil podem variar entre R$ 4.000,00 e R$ 7.000,00 (ida e volta), dependendo da época, conexão e antecedência. O principal aeroporto internacional fica perto de Reykjavik.
Chegando lá, meu conselho sobre como se locomover na Islândia é pegar o carro alugado logo no aeroporto, afinal, ele será seu principal meio de transporte durante o roteiro clássico pelo país. Reserve antecipadamente para garantir melhores tarifas. No meu caso, paguei cerca de R$ 350,00 por dia em um carro econômico com seguro básico incluso.
Internet na Islândia
Outro fator essencial para colocar na ponta do lápis ao calcular quanto custa viajar para a Islândia é a internet!. Estar conectado o tempo todo no país é indispensável, e a melhor forma de resolver isso é usando um eSIM de internet, que funciona perfeitamente em vários lugares da ilha, mesmo nas rotas mais isoladas.
Com um chip virtual de internet, você consegue:
- traçar rotas no mapa em tempo real,
- ver as condições das estradas que fecham por tempestade de areia, avalanche ou ventos fortes,
- escutar música direto no som do carro durante as longas horas de estrada,
- comprar ingressos para as atrações sem pegar filas,
- acompanhar os aplicativos de previsão da aurora boreal para monitorar a atividade solar e a abertura das nuvens.
Para garantir dados ilimitados e internet de alta velocidade assim que pousar no aeroporto, recomendo o eSIM da Holafly, que custa cerca de R$ 150,00 (€ 27,50) para o período de uma semana e é super fácil de ativar antes de embarcar.
E para ajudar no orçamento da sua viagem, os leitores do blog têm um benefício exclusivo: basta usar o cupom APUREGURIA no momento da compra no site da Holafly para garantir um desconto especial no valor total do seu chip virtual! IHUUUUU


Quanto custa viajar para a Islândia: Roteiro de 8 dias na Islândia com preços
Separei o roteiro tradicional para 8 dias, priorizando atrações naturais, aluguel de carro, hospedagens com ótimo custo benefíecio e experiências marcantes. Olha só!
Dia 1 – Chegada
Chegando lá, o meu conselho prático sobre como se locomover na Islândia é pegar o carro alugado logo no aeroporto de Keflavík. Essa escolha impacta diretamente o cálculo de quanto custa viajar para a Islândia, afinal, o veículo será o seu principal meio de transporte durante todo o itinerário pelo país. Já reserve seu carro na Islândia!
Claro que dirigir na Islândia tem seus riscos e não recomendo dirigir no inverno devido a gelo, nevascas e avalanches na pista! Veja mais detalhes no artigo Dirigir na Islândia: Guia Completo para sua viagem de carro!


Para garantir as melhores tarifas, o segredo é fazer a reserva com o máximo de antecedência possível, já que os preços variam drasticamente conforme a demanda sazonal. No meu caso, fechei um modelo econômico com seguro básico incluso que saiu por cerca de R$ 350,00 por dia, uma excelente alternativa para manter o controle dos custos logísticos da viagem.
Para a primeira noite após o voo, uma ótima opção é o Hotel Berg by Keflavik Airport, um hotel pertinho do aeroporto que custa R$ 921 (€ 175) a diária para o casal.
Veja como foi o voo (um pouco conturbado) e também sobre o aluguel de carro e hotel:
Dia 2 – Golden Circle
No dia seguinte, fui direto para as atrações do Golden Circle na Islândia. O percurso completo exige de 6 a 10 horas para ver a maioria das atrações, já que são necessárias cerca de 3,5 horas apenas para fazer a volta toda retornando para a capital. No entanto, você pode optar por continuar sua viagem pelo sul da ilha ao invés de voltar para Reykjavik.
Os pontos principais incluem o Parque Nacional Þingvellir (onde o estacionamento cobra uma taxa de cerca de 8 euros), a Área Geotérmica Geysir com o gêiser Strokkur, e a imponente Cachoeira Gullfoss. Também vale a pena incluir a Cratera Kerið, além de aproveitar para provar o tradicional pão de centeio islandês assado debaixo da terra, visitar as águas termais da região e conhecer a Friðheimar Tomato Farm.


Para dormir nesta região do Círculo Dourado, recomendo o Kanslarinn Hotel Hella por R$ 432 (€ 81,87) a diária para o casal, ou o Midgard Base Camp em Hvolsvöllur, um excelente hostel próximo ao Golden Circle que sai por R$ 463 (€ 87,84) o quarto duplo.
Para mais detalhes de cada atração, pode verificar o artigo Golden Circle na Islândia ou clique no vídeo abaixo
Dia 3 – Cachoeiras, Dyrhólaey e Reynisfjara
O dia começou com a visita as são duas das cachoeiras mais famosas e visitadas do sul da Islândia: Seljalandsfoss e Skógafoss! Elas ficam localizadas bem próximas uma da outra na Ring Road, mas oferecem experiências completamente diferentes.
Seljalandsfoss é aquela famosa cachoeira onde é possível caminhar por trás da queda d’água. A água despenca de uma altura de cerca de 60 metros sobre uma enorme caverna, criando um visual espetacular. Além disso, a poucos passos caminhando pela mesma trilha, fica a cachoeira escondida Gljúfrabúi, que fica dentro de uma fenda nas rochas e também vale muito a visita.
O estacionamento em Seljalandsfoss é pago e obrigatório para quem está de carro. O valor atualizado é de 1.000 ISK, o que equivale a cerca de R$ 38,00 (€ 7,00). O pagamento é feito diretamente nos totens de autoatendimento com cartão no local, e o valor arrecadado é revertido para a manutenção das passarelas e banheiros da estrutura.


Logo adiante na estrada fica Skógafoss, uma das maiores e mais imponentes cachoeiras do país, com 25 metros de largura e uma queda brutal de 60 metros de altura. Diferente de Seljalandsfoss, aqui você consegue caminhar na propriedade plana até bem próximo de onde a água bate no chão, rendendo fotos clássicas e dramáticas. Há também uma escadaria lateral com mais de 500 degraus que leva até uma plataforma de observação no topo da cachoeira, de onde começa uma famosa trilha de trekking.
Seguindo a tendência recente de preservação das atrações naturais mais cheias, o estacionamento de Skógafoss também passou a ser cobrado. A taxa para veículos comuns custa os mesmos 1.000 ISK, aproximadamente R$ 38,00 (€ 7,00). O pagamento por lá é feito de forma totalmente digital através do aplicativo Parka, que faz a leitura da placa do carro alugado na entrada. Colocar essas pequenas taxas no planejamento é fundamental para ter uma noção real de quanto custa viajar para a Islândia de carro.


Em seguida, fui até o farol de Dyrhólaey onde fica uma estrutura de pedra bem diferente (lugar incrível para fotos!) e finalizei na praia de Reynisfjara, famosa pelas colunas de basalto e pelo perigo das ondas.
Aqui vai um alerta de segurança fundamental: nunca dê as costas para o mar em Reynisfjara Beach. As ondas ali são conhecidas como sneaker waves; elas surgem do nada com força extrema e podem puxar turistas para o oceano de forma traiçoeira. Fique sempre longe da linha da água.
Para a hospedagem desta noite, uma boa alternativa estratégica é o Fosshotel Nupar, em Kálfafell, que fica no caminho para as próximas paradas e é um hotel com vista aurora boreal maravilhosa. A diária para o casal fica em R$ 1.493 (€ 283).
Veja mais detalhes desse dia no vídeo abaixo:
Dia 4 – Jökulsárlón e Diamond Beach
Um dos meus dias favoritos! Comecei o dia na geleira Jökulsárlón, onde optei pelo tour guiado dentro da caverna de gelo na Islândia! Esse tour custa R$ 964,95 (€164) e inclui equipamentos, guia e tem duração de 3 horas.
Depois, visitei a Diamond Beach, logo em frente, é um espetáculo inesquecível com seus pedaços de gelo junto as pedrinhas pretas… No entanto, quando eu fui estava tão frio, mas tão frio que esses pedaços ficaram colados na geleira e não vi nada além das pedrinhas pretas kkkkk


Passei a noite na região de Höfn no Fosshótel Vatnajökull, um hotel no caminho para o oeste! O jantar do hotel estava maravilhoso, custa R$ 928 (€ 176) a diária para duas pessoas e eles também oferecem o serviço te de acordar via telefone para ver a aurora boreal!
No vídeo abaixo eu mostro como foi esse tour na caverna de Gelo! Clique para assistir:
Dia 5 – Höfn, Vestrahorn e retorno a Reykjavík
Dia de conhecer o complexo de Vestrahorn, uma montanha imponente de rocha negra que parece ter saído direto de um filme de ficção, e também de explorar a Vila Viking localizada bem ali na base. Essa réplica de uma vila viking foi construída originalmente como cenário para um filme que nunca foi lançado, mas acabou se tornando uma atração turística fixa.
O pagamento para o ticket de acesso ao complexo, que inclui tanto a entrada para a área de observação da montanha e da praia preta quanto a visitação guiada pela própria vila viking, fica em torno de R$ 54,00 (€ 10,00) por pessoa.


Chegou a hora de encarar a jornada mais longa do roteiro! Peguei a estrada de volta rumo à Reykjavik, cruzando novamente toda a deslumbrante costa sul do país, cerca de 5 a 6 horas dirigindo direto para percorrer os quase 450 km que separam Höfn da capital.
Para fazer especificamente esse trajeto de cerca de 450 km de Höfn até Reykjavík, o custo estimado de combustível fica em torno de R$ 440,00 (€ 80,00). Ufa, não é tão caro né!
Na capital, uma boa opção para economizar nas duas noites seguintes é o 201 Hotel, um hotel pertinho da capital da Islândia que sai por R$ 1.305 (€ 247,40) para o período de 2 diárias do casal. Se preferir economizar ainda mais, hostels centrais como Hotel Reykjavík Centrum oferecem camas em quartos compartilhados por cerca de R$ 350,00 a diária individual.
No vídeo abaixo eu mostro como é essa visita à vila viking e também o que vestir na Islândia:
Dia 6 – Reykjavík
Aproveitei o dia para explorar a cidade: a famosa igreja Hallgrímskirkja, o centro de concertos Harpa, além de caminhadas pelo centro e pelo lago Tjörnin. Na Hallgrímskirkja, embora a entrada na nave principal seja gratuita, custa cerca de R$ 44,00 (€ 8,00) para subir de elevador até o topo da torre, e vale muito a pena porque a vista panorâmica de todas as casinhas coloridas de Reykjavík é espetacular.
Os museus principais da capital custam de R$ 82,00 (€ 15,00) a R$ 137,00 (€ 25,00), mas optei por focar na maioria das atrações gratuitas. Recomendo se perder pelas ruas e experimentar uma sopa de lagosta no porto por cerca de R$ 110,00 (€ 20,00).
Aproveite também para provar o famoso cachorro-quente do Bæjarins Beztu Pylsur, o quiosque mais clássico da cidade. O lanche é feito com uma salsicha de carne de cordeiro, porco e boi, servido com cebola crua, cebola frita crocante, ketchup, mostarda doce e um molho de maionese com alcaparras. Custa em torno de R$ 38,00 (€ 7,00), mas confesso que para o paladar dos brasileiros, acostumados com aquela montanha de ingredientes e até purê de batata, ele acaba sendo um pouco sem graça e simples demais. Ainda assim, vale pela experiência cultural!
Veja aqui o roteiro completo O que fazer em Reykjavik: roteiro de 2 dias e atrações


Dia 7 – Península de Snæfellsnes
A Península de Snæfellsnes é frequentemente chamada de Islândia em miniatura porque reúne quase todas as paisagens típicas do país em uma única região.
O circuito começa pela icônica Kirkjufellsfoss, a famosa cachoeira que fica logo em frente à montanha Kirkjufell (aquela em formato de chapéu que apareceu na série Game of Thrones), rendendo um dos cartões-postais mais disputados da viagem.
Bem perto dali fica Grundarfoss, uma cachoeira imponente e bem menos cheia, que despeca de um paredão rochoso impressionante. Seguindo o trajeto, passamos por Búðir, uma charmosa e isolada igreja de madeira totalmente preta construída no meio de um campo de lava, criando um contraste minimalista fotogênico.
O passeio continua rumo ao Snæfellsjökull View Point, um mirante estratégico que oferece uma vista soberba do imenso vulcão coberto por uma geleira eterna. Por fim, chegamos em Arnarstapi, uma pitoresca vila de pescadores famosa por suas trilhas que beiram penhascos de basalto esculpidos pelo mar e arcos de pedra naturais incríveis (vá no Arnarstapi Cliff Viewpoint).


Tudo é facilmente acessível de carro e não há cobrança de ingresso nas atrações naturais, apenas taxas de estacionamento em alguns pontos específicos.
Para fazer esse circuito completo saindo de Reykjavík, rodar por toda a península e depois pegar a estrada de volta para a capital para dormir, o trajeto totaliza cerca de 400 km. Esse deslocamento consome aproximadamente R$ 390,00 (€ 71,00) de combustível em um veículo econômico. Retornar para dormir em um hotel.
Veja todos os detalhes deste dia no vídeo abaixo, clique para assistir:
Dia 8 – Reykjavík e devolução do carro
Para fechar a sua viagem à Islândia, visite a famosa Blue Lagoon, uma das experiências mais tradicionais do país. Os preços para o pacote básico de entrada (Comfort), que inclui a admissão nas águas termais, uma máscara de lama de sílica, uma toalha e uma bebida da sua escolha no bar da lagoa, começam a partir de R$ 490,00 (€ 89,00) por pessoa.
Esse valor pode variar bastante dependendo do horário escolhido (o fim de tarde costuma ser mais caro) e da antecedência da reserva, por isso planejar esse ticket antes do embarque é essencial para o bolso de quem quer saber exatamente quanto custa viajar para a Islândia.


Confira a lista de piscinas termais na Islândia:
Ingresso Lagoa Azul com bebida, toalha e máscara de lama de sílica
Ingresso para a Sky Lagoon com ritual de spa em 7 etapas
Ingresso para a Lagoa Secreta da Islândia
Retorne ao aeroporto para devolver o veículo e encerrar a viagem.
No vídeo abaixo conto mais sobre as atrações na capital da Islândia e também sobre a Blue Lagoon! Clique para assistir:
Hoteis na Islândia: onde dormir?
As hospedagens na Islândia são simples, mas muito bem cuidadas. Na hora de pesquisar, vale a pena buscar quartos duplos ou compartilhados em guesthouses com café da manhã caseiro. Se você estiver viajando em um grupo de amigos, alugar casas inteiras costuma ser muito mais vantajoso.
Dicas para quem quer poupar ainda mais:
Evite Reykjavik no sábado à noite, pois as tarifas costumam subir bastante.
Procure hospedagens com cozinha: cozinhar algumas de suas próprias refeições pode gerar uma economia de até 40% no valor total da viagem.


Esses valores podem variar conforme a época, mas servem como uma excelente base atualizada para o seu planejamento em 2026 (clique no nome para mais detalhes):
Hotel Berg by Keflavik Airport ⭐⭐⭐ (8.7): 1 diária por R$ 1.095,00 (€ 195,00) – hotel pertinho do aeroporto.
Kanslarinn Hotel Hella ⭐⭐⭐(8.3): 1 diária por R$ 530,00 (€ 95,00) – hotel próximo ao Golden Circle.
Midgard Base Camp ⭐⭐ (9.2): 1 diária por R$ 550,00 (€ 98,00) – hostel moderno próximo ao Golden Circle e com hot tub com vista para a aurora boreal.
Fosshotel Nupar ⭐⭐⭐(8.1): 1 diária por R$ 1.740,00 (€ 310,00) – hotel com vista maravilhosa para a aurora boreal.
Fosshótel Vatnajökull ⭐⭐⭐(8.1): 1 diária por R$ 1.120,00 (€ 200,00) – hotel estratégico no caminho para o leste e perto de Vestrahorn.
201 Hotel ⭐⭐⭐(7.9): 2 diárias por R$ 1.540,00 (€ 275,00) – hotel funcional pertinho do centro da capital da Islândia.
Se você ficar em todos esses hotéis que citei, o gasto total de quanto custa viajar para a Islândia na parte de acomodação é de R$ 6.007,00 (€ 1.139,27). Essa média fica na faixa de R$ 858,00 por diária para duas pessoas, alternando entre opções excelentes perto do aeroporto, hotéis com vista para a aurora boreal e estadias na capital.
Alimentação na Islândia: caro ou não?
Uma das maiores surpresas da viagem! Um prato único em restaurantes simples custa entre 18 e 30 euros. Já nos supermercados, os ingredientes para uma refeição básica saem por volta de 10 a 15 euros. Comi vários lanches estilo on the road para poupar orçamento, aproveitando para encontrar supermercado barato na Islândia nas redes Hagkaup e Bónus (o famoso mercado do porquinho), além das lojas de conveniência dos postos de gasolina.
Consumir álcool em bares é beeeeem caro. Em minhas contas, almocei refeições rápidas por 15 a 22 euros e reservei apenas um jantar especial por 60 euros.


Aluguel de carro e combustível na Islândia
Ter um carro alugado é imprescindível na Islândia se você quer autonomia. O valor médio de aluguel para um veículo pequeno é de R$ 350,00 por dia, com seguro básico incluso.
O preço do combustível costuma variar entre 2 e 2,50 euros por litro. No roteiro proposto, prepare-se para rodar aproximadamente 1.500 km, somando cerca de R$ 1.500,00 em combustível, já coloque na sua planilha de quanto custa viajar para a Islândia!
Um detalhe importante: se você planeja viajar no inverno, cancele!! As estradas são bem complicadas nesse período, contrate uma agência!


Dinheiro na Islândia: como pagar os gastos no país?
Uma dúvida muito comum é sobre qual moeda da Islândia levar. A moeda oficial é a Coroa Islandesa (ISK), mas o uso de dinheiro em espécie é praticamente inexistente por lá. Tudo, absolutamente tudo, desde a taxa do estacionamento até a sopa de lagosta, é pago com cartão. Para evitar as taxas abusivas dos cartões de crédito tradicionais dos bancos brasileiros, a melhor alternativa é utilizar uma conta global. Mesmo com a alíquota atualizada de 3,5% de IOF para a conversão de moeda e uso de cartão em contas globais, a economia em relação ao cartão de crédito convencional é enorme e faz muita diferença no balanço final da viagem.
Eu utilizei o meu cartão de débito internacional da Wise para pagar o combustível e outras contas e não tive problema. Recomendo fortemente que você faça um e recebe na sua casa no Brasil antes da sua viagem! Veja como funciona o Cartão Wise na Europa


Com a conta Wise você poderá receber dinheiro de vários países e utilizar o cartão para viajar na Europa toda! O cartão de débito internacional da Wise é gratuito e funciona em mais de 160 países!
Passeios na Islândia: o que deve entrar no orçamento?
Grande parte dos atrativos naturais é gratuita, o que ajuda a equilibrar as contas. Se você optar por tours guiados em geleiras, caçada de auroras ou lagoas glaciais, os custos vão de 50 a 180 euros por pessoa, já coloque na sua planilha de quanto custa viajar para a Islândia!
Minhas prioridades:
- Tour na caverna de gelo em Jökulsárlón: R$ 964,95 (€ 164,00)
- Entrada no complexo de Vestrahorn e Vila Viking: R$ 54,00 (€ 10,00)
- Ingresso básico para as águas termais da Blue Lagoon: a partir de R$ 490,00 (€ 89,00)
- Subida de elevador até a torre da igreja Hallgrímskirkja: R$ 44,00 (€ 8,00)
Outras experiências interessantes são sobrevoos, caminhadas em vulcões ou mergulhos na fissura de Silfra, mas preferi focar nas trilhas e passeios acessíveis, que realmente valem o investimento.
E pra ver a aurora boreal é só ficar de olho na previsão do tempo, presença de nuvens e sair para caçar! Eu vi uma direto do hotel no meio do nada e fui atrás com o carro! Confira todas as dicas sobre aurora boreal na Islândia!


Total de quanto custa viajar para a Islândia
Planejar os gastos de uma viagem de 8 dias na Islândia exige colocar na ponta do lápis os valores médios de cada categoria. Abaixo, apresento uma estimativa com base no estilo de viagem econômico-inteligente para duas pessoas, considerando a divisão exata de despesas básicas no solo islandês de acordo com o itinerário realizado.
Acomodação: O custo para as 7 noites de hospedagem para o casal, utilizando a seleção exata de hotéis estratégicos e bem avaliados ao longo da rota pelo sul e pela capital, totaliza R$ 6.007,00 (€ 1.139,27). Essa média fica na faixa de R$ 858,00 por diária para duas pessoas, alternando entre opções excelentes perto do aeroporto, hotéis com vista para a aurora boreal e estadias na capital.
Comida: Se você optar pela estratégia de fazer compras em um supermercado barato na Islândia como o Bónus, provar lanches rápidos na estrada e cozinhar a maioria das refeições na hospedagem, gastará cerca de R$ 1.100,00 a R$ 1.500,00 para o casal durante a semana. Caso decida fazer todas as refeições principais e jantares especiais nos hotéis e restaurantes locais, esse valor salta para pelo menos R$ 3.500,00 no total.
Aluguel de carro e Transporte: Um veículo econômico de tração simples com seguro básico incluso custa R$ 2.450,00 pelo período de 7 dias, mantendo uma média de R$ 350,00 por dia. Vale lembrar que esse tipo de veículo é ideal para os meses de clima mais ameno, pois para roteiros no inverno o recomendável é contratar uma agência!!!
Gasolina: Para percorrer os cerca de 1.500 km totais propostos neste itinerário, incluindo a longa jornada de retorno a partir de Höfn e o circuito completo pela Península de Snæfellsnes, o gasto total com combustível fica na faixa de R$ 1.500,00 (€ 275,00), considerando a média de consumo na estrada.
Tickets, Tours e Estacionamentos: Embora a maioria das cachoeiras e atrações naturais seja gratuita, o investimento em taxas logísticas e experiências exclusivas faz parte do planejamento. Somando as taxas obrigatórias de estacionamento em locais como Þingvellir, Seljalandsfoss, Skógafoss, o acesso ao complexo de Vestrahorn com a Vila Viking, a subida na torre da igreja, o ingresso básico para a Blue Lagoon e o espetacular tour guiado na caverna de gelo em Jökulsárlón, o custo total em passeios e acessos fica em torno de R$ 3.173,00 (€ 582,00) para o casal.
Passagens Aéreas: Os voos saindo do Brasil com destino à Islândia exigem obrigatoriamente ao menos uma conexão na Europa. O custo médio de uma passagem aérea de ida e volta por pessoa fica na faixa de R$ 6.500,00 (€ 1.190,00), totalizando cerca de R$ 13.000,00 (€ 2.380,00) para o casal. Esse valor pode oscilar para mais ou para menos dependendo da antecedência da compra e da temporada escolhida para viajar.
Somando o investimento das passagens aéreas internacionais ao custo fixo de solo (acomodação, mercado, aluguel de carro econômico, gasolina e os tours selecionados), o custo total para viajar para a Islândia para duas pessoas fica na faixa de R$ 27.230,00 (€ 4.987,00) para passar uma semana inesquecível explorando a Islândia.


Dicas extras para economizar na Islândia
A chave para não achar o orçamento pesado é pesquisar e decidir qual é a melhor época para visitar a Islândia de acordo com o seu bolso.
Além disso, vale muito anotar essas sugestões:
- Prefira viajar entre maio e setembro, quando o clima é mais ameno e é possível até acampar para economizar em hospedagem.
- Você pode dividir o aluguel do carro e comprar comida no mercado para baixar o preço individual quando viaja com amigos
- Siga rigidamente as placas locais e fique atento às condições climáticas do dia.
- Viaje com menos bagagem para não gastar com mala despachada.
Depois de uma semana rodando o país, ficou claro que o custo de uma viagem pela Islândia é alto devido à logística de transporte e estadias.
Somando os gastos deste roteiro para duas pessoas (incluindo os hotéis selecionados, aluguel de carro econômico, combustível para todo o trajeto, estacionamentos e os principais passeios como a caverna de gelo e a Blue Lagoon), quanto custa viajar para a Islândia para o casal fica na faixa de R$ 14.230,00 (€ 2.607,00), sem contar as passagens aéreas e as compras de supermercado.
No balanço final, planejar os preços para viajar para a Islândia de forma independente pode assustar no início, mas a recompensa de vivenciar cenários tão únicos faz cada centavo valer a pena!
Curtiu as dicas de quanto custa viajar para a Islândia? Leia também: 8 coisas para saber antes da sua viagem para a Islândia


Perguntas frequentes sobre Quanto custa viajar para a Islândia
Quanto custa viajar para a Islândia por 8 dias?
Em estilo econômico-inteligente e viajando em dupla, o custo total da viagem fica a partir de R$ 13.600,00 por pessoa. Esse valor engloba as passagens aéreas saindo do Brasil com conexão na Europa, além da divisão das despesas de solo do casal, como os hotéis selecionados, aluguel de carro, combustível para todo o roteiro, taxas de estacionamento, compras em supermercados e os principais passeios. No entanto, se a sua preferência for por hotéis de categoria superior, refeições diárias em restaurantes sofisticados e múltiplos tours guiados, esse custo por pessoa ultrapassa facilmente a faixa de R$ 18.000,00.
É caro comer na Islândia?
Sim, comer em restaurantes pode custar de 18 a 40 euros por prato. Já no supermercado, gastar menos é possível se você comprar itens para lanches e refeições rápidas, baixando a média diária para cerca de 10 a 15 euros por pessoa.
Como economizar em uma viagem à Islândia?
As melhores estratégias são dividir o valor do aluguel do carro, hospedar-se em guesthouses ou hostels com cozinha liberada, fazer compras em redes de supermercado barato como o Bónus e priorizar as atrações naturais que possuem entrada gratuita.
Vale a pena viajar para a Islândia no inverno?
Viajar no inverno oferece paisagens cobertas de neve, chances reais de ver auroras boreais e preços mais baixos em algumas hospedagens. Por outro lado, os dias são muito curtos, o frio é intenso e muitos passeios ou estradas podem ser bloqueados pelas condições climáticas.
Quais os principais gastos na Islândia?
Os principais gastos da viagem se concentram em hospedagem, aluguel do carro, combustível e alimentação. A grande vantagem é que quase todas as atrações naturais e cachoeiras têm acesso totalmente gratuito.



